terça-feira, 14 de julho de 2009

Comunicação universal

Uma das partes mais interessantes de viver em outro país é nos submetermos a uma imersão em outra língua e outra cultura que, além de nos oferecer o contato com outras paisagens e cardápios, permite aprimorar habilidades linguísticas e nos abre os olhos para diverentes maneiras de pensar, comportar-se, agir... enfim, de viver.
É interessante que tenho amigos que tem receio de viajar a outros países por não terem domínio total de outra língua, que faz com que tenham medo de se verem obrigados a enfrentar problemas que não saibam resolver ou até mesmo de se sentirem sozinhos pela dificuldade de se comunicar com outras pessoas.
E eu sempre digo: vá. Viaje. Mesmo que você tenha um ou outro percalço, sempre vai dar tudo certo.
E outro dia presenciei uma cena que me fez ter certeza disso: na Espanha, em um grupo de amigos totalmente heterogêneo em idades e nacionalidades, que incluía desde um búlgaro a uma alemã, um britânico começou a conversar com duas meninas italianas. Detalhe: nenhum deles tinha mais do que meras noções da língua do outro, e no começo a conversa ia lentamente, em um ameaço de espanhol, com pausas e tentativas de explicações; mas, dois minutos depois, o spanglish fluiu e a conversa animada passou a incluir todo o resto do grupo.
Por quê? Porque a comunicação é universal. Quando um emissor quer compartilhar uma mensagem, e um receptor quer ouvir, não há barreiras linguísticas, geográficas ou comportamentais que não podem ser superadas.

sábado, 16 de maio de 2009

Placas pelo mundo


De onde sera esta placa?

Alguem arrisca?

domingo, 3 de maio de 2009

Eu queria ter uma Vespa!

Na estante do apartamento que alugamos aqui em Florença tem um livro "Firenze: non solo shopping". Realmente, a Italia é aquele paraiso gastronomico, artistico e urbanistico que conhecemos, mas se ha um esporte muito praticado nesta cidade Toscana é o comprar.

Nao é sem motivo: as ruas estao cheias de feiras, com stands comercializando desde echarpes, bolsas, camisetas e postais até lindas peças de Murano e ambulantes ilegais que oferecem todas as marcas de bolsas falsificadas, reproduçoes de quadros famosos e oculos escuros genéricos; o mercado central é super caracteristico, com funghi sechi, queijos, prosciuto cotto e vinhos a preços convidativos, mas ha outros varios em cada bairro da cidade; pra quem nao abre mao da grife, ha duas ruas inteiras so com lojas de Marcas com M maiusculo, como Tiffany's e Salvatore Ferragamo (que, alias, tem ate um museu na cidade - com ingresso pago) e, para quem quer traquitandas baratinhas, pode-se encontrar aos montes lojas de "99 cents", ou seja, de comida a souvenires por menos de um euro (sim, eles devolvem o troco).

Porem, entre tantos apelos consumistas, um se sobressai no mes de vivencia nessa cidade: eu queria ter uma Vespa!

Os italianos, como se sabe, sao loucos por veiculos de duas rodas, o que faz com que as ruas aqui sejam repletas de motos e bicicletas. Mas, no meio de tantos veiculos de duas rodas, um se sobressai: sempre ha uma Vespa, em movimento ou estacionada, para chamar a atençao com aquele charme e brilho so dela... como nao virar fã??