Gente,
Tô devendo posts novos há séculos, mas minha vida tá uma correria que não tô dando conta nem de mim mesma! rs
Na falta de algum texto por aqui pra ler, aproveito pra indicar um que a Mari Campos postou no Saia Pelo Mundo, falando sobre o estigma de vulgaridade que paira sobre a mulher brasileira no exterior.
O estigma da brasileira-(vaga)bunda
Como mulher brasileira viajante pelo mundo, recomendo!
Mostrando postagens com marcador Na opinião de outros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Na opinião de outros. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
(De) Saia Pelo Mundo
Marcadores:
Na opinião de outros
sábado, 28 de junho de 2008
Pequeno livro, grandes dicas
A Mari Campos, minha colega de Giro Pelo Mundo, lançou neste mês seu primeiro livro. Depois de tanto escrever para revistas e sites, ela acaba de lançar o "Pequeno Livro de Viagem - Guia para toda hora", pela Editora Verus.Viajante inveterada, ela coloca no livro um monte de informações e dicas utilíssimas para quem quer sair de viagem.
No dia 18 de junho foi o lançamento em Campinas, na Saraiva Megastore do Shopping Iguatemi. Em 02 de julho, próxima quarta-feira, acontecerá em São Paulo, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Av. Paulista. Além dos autógrafos, ela vai conversar com os presentes e tirar dúvidas dos viajantes em potencialEu já comprei o meu!
Marcadores:
Na opinião de outros
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Turistas & Viajantes
Tomo a liberdade de roubar um texto da Mari Campos, do Pelo Mundo (http://pelo-mundo.blogspot.com).
Simplesmente perfeito.
"Todo mundo tem um estilo diferente de viajar. Uns gostam mais de museus, outros mais de caminhadas, outros até mais das compras que da viagem em si. Mas seja qual for o seu tipo, nada costuma ser tão atraente numa viagem quanto a heterogeneidade.
Se muitos dizem que viajar por si só enriquece o espírito e a cultura, perceber de fato povos, culturas, costumes, religiosidades, comidas torna-se ainda mais interessante devido à heterogeneidade dos destinos. Observar com sensibilidade outros países, povos e cidades no seu dia-a-dia aumenta nossos horizontes e nossa assimilação para o “diferente” é cada vez maior. O bom planejamento de viagem permite que essa assimilação comece antes mesmo do embarque, através do conhecimento prévio sobre a cultura e a história do destino a ser visitado.
Todo viajante começa sua carreira como turista. Sim, turista e viajante são duas categorias muito diferentes! O turista é ansioso, ele acha que férias também são sinônomo de escravidão já que ele TEM que conhecer Paris, TEM que visitar todos os museus de Londres, TEM que pegar a fila para a Capela Sistina, TEM que percorrer diariamente e incansavelmente todos os cartões postais da cidade que ele visita. Volta cansado, coitado, precisando de férias. Mas toda primeira viagem, em início da carreira-de-viajante, é assim, não é mesmo? Com o tempo podemos evoluir para viajantes de fato. Sim, podemos. Porque nem todo mundo consegue. Tem muita gente cujo mapa-alvo de destinos no mundo a conhecer se resume a Miami-Nova York-Paris. E se você diz que quer conhecer a Tailândia ou a Tunísia te olha incrédulo e diz: “Nossa, mas o que você quer fazer lá? Aliás, onde é que fica mesmo????”. Calma, calma. Começo de carreira é assim mesmo. Tem viajante que atinge o topo da carreira com duas viagens. Outros só no final da vida.
Dentro de cada viajante (e até dentro de cada turista, sim), há dezenas, centenas ou até milhares de pequenas viagens-embrião, com destinos e propósitos diferentes, todas elas esperando ansiosamente a chance de tornarem-se, de fato, viagens. A maioria delas se concretiza quando há um ajuste perfeito intersecção de preferências, tempo e dinheiro disponíveis. No princípio da vida viajante (que pode comecer aos 2 meses de idade ou aos 90 anos, não importa), a maioria das pessoas quer visitar alguns lugares para poder dizer que esteve lá, “Ah, sim, já estive em Paris” ou poder travar conversar como “Quando eu estive em Madri...” . À medida que nos tornamos verdadeiramente viajantes – e não mais turistas – nossos propósitos com as viagens tendem a mudar. Nada melhor do que revisitar um destino sem a “obrigação” de conhecer seus pontos turísticos; permitir-se simplesmente perder-se sem rumo naquela cidade. Ou dar-se ao luxo de programar viagens para destinos que nem estão no mapa-alvo da maioria das pessoas que você conhece mas que sempre estiveram no seu. Ou que antes não estavam, mas de repente você se vê pensando neles insistentemente. São as viagens que você quer fazer, por você. Sem dúvida, as melhores viagens possíveis."
http://pelo-mundo.blogspot.com/2007/08/turistas-viajantes.html
Simplesmente perfeito.
"Todo mundo tem um estilo diferente de viajar. Uns gostam mais de museus, outros mais de caminhadas, outros até mais das compras que da viagem em si. Mas seja qual for o seu tipo, nada costuma ser tão atraente numa viagem quanto a heterogeneidade.
Se muitos dizem que viajar por si só enriquece o espírito e a cultura, perceber de fato povos, culturas, costumes, religiosidades, comidas torna-se ainda mais interessante devido à heterogeneidade dos destinos. Observar com sensibilidade outros países, povos e cidades no seu dia-a-dia aumenta nossos horizontes e nossa assimilação para o “diferente” é cada vez maior. O bom planejamento de viagem permite que essa assimilação comece antes mesmo do embarque, através do conhecimento prévio sobre a cultura e a história do destino a ser visitado.
Todo viajante começa sua carreira como turista. Sim, turista e viajante são duas categorias muito diferentes! O turista é ansioso, ele acha que férias também são sinônomo de escravidão já que ele TEM que conhecer Paris, TEM que visitar todos os museus de Londres, TEM que pegar a fila para a Capela Sistina, TEM que percorrer diariamente e incansavelmente todos os cartões postais da cidade que ele visita. Volta cansado, coitado, precisando de férias. Mas toda primeira viagem, em início da carreira-de-viajante, é assim, não é mesmo? Com o tempo podemos evoluir para viajantes de fato. Sim, podemos. Porque nem todo mundo consegue. Tem muita gente cujo mapa-alvo de destinos no mundo a conhecer se resume a Miami-Nova York-Paris. E se você diz que quer conhecer a Tailândia ou a Tunísia te olha incrédulo e diz: “Nossa, mas o que você quer fazer lá? Aliás, onde é que fica mesmo????”. Calma, calma. Começo de carreira é assim mesmo. Tem viajante que atinge o topo da carreira com duas viagens. Outros só no final da vida.
Dentro de cada viajante (e até dentro de cada turista, sim), há dezenas, centenas ou até milhares de pequenas viagens-embrião, com destinos e propósitos diferentes, todas elas esperando ansiosamente a chance de tornarem-se, de fato, viagens. A maioria delas se concretiza quando há um ajuste perfeito intersecção de preferências, tempo e dinheiro disponíveis. No princípio da vida viajante (que pode comecer aos 2 meses de idade ou aos 90 anos, não importa), a maioria das pessoas quer visitar alguns lugares para poder dizer que esteve lá, “Ah, sim, já estive em Paris” ou poder travar conversar como “Quando eu estive em Madri...” . À medida que nos tornamos verdadeiramente viajantes – e não mais turistas – nossos propósitos com as viagens tendem a mudar. Nada melhor do que revisitar um destino sem a “obrigação” de conhecer seus pontos turísticos; permitir-se simplesmente perder-se sem rumo naquela cidade. Ou dar-se ao luxo de programar viagens para destinos que nem estão no mapa-alvo da maioria das pessoas que você conhece mas que sempre estiveram no seu. Ou que antes não estavam, mas de repente você se vê pensando neles insistentemente. São as viagens que você quer fazer, por você. Sem dúvida, as melhores viagens possíveis."
http://pelo-mundo.blogspot.com/2007/08/turistas-viajantes.html
Marcadores:
Na opinião de outros
Assinar:
Postagens (Atom)